Chico Buarque

Saturday, July 15, 2006

Os Festivais e o endurecimento no país

Os festivais de música que aconteceram nos anos 60, eram a mostra do turbilhão criativo intelectual a artístico peolo qual o país estava passando. Os escritores escreviam e interpretavam suas músicas fervorosamente. Chico Buarque tornou-se conhecido no país com várias de suas músicas incritas nos festivais. Mas, a música em que Chico ficou conhecido por todo o país foi " A BANDA '' e conhecido até mesmo no exterior, e foi com essa música que ele vence o Festival de Música Popular Brasileira .Chico nessa época tinha apenas 23 anos de idade , no qual já conquistava um grande público e segundo Millor Fernades, tornara-se a única ''unanimidade nacinal''.

No mesmo ano do festival , o Brasil entra na ditadura militar , o país sofria com o endurecimento da ditadura e os envolvidos na producão cultural eram obrigados a tomar posicões. Enquanto de um lado o tropicalismo propunha um ropimento estético com o belo e uma absorcão do que também era considerado feio, a música de Chico tendia para o que ainda era mais bonito. Mesmo suas cancões mais nostálgicas declamavam uma alegria contagiante. Chico começou a ser criticado como ''alienado'', sua música "Bom tempo" foi vaiada, pois não era possível falar em dias claros enquato o céu brasileiro escurecia com a marcha da ditadura. Em 1968 Chico e Tom Jobim, comporam a música "Sabiá" a mesma recebeu a maior vaia da história dos festivais. No entanto foi a vencedora, derotando o hino da oposição "Pra não dizer que não falei das flores" de geraldo Vandré. Anos depois "Sabiá" tornou-se o hino dos exilados brasileiros pela ditadura.

Chico Buarque promoveu seu própio auto-exílio em Roma, deixando de lado o lirismo nostálgico e descompromissado que antes o identificava. Suas letras passaram a ser transmitir um protesto político mais duro ao regime ditatorial, em que o Brasil estava imerse. A canção "Apesar de você" era uma crítica ao general Emílio Garrastazu Médici, presidente da República, cujo governo foi maracado pelas mais atrozes barbaridades cometidas contra os opositores do regime.

Como suas músicas eram barradas, Chico criou um heterônimo, chamado Julinho de Adelaide, fazendo assim que suas músicas passasem pelos censores. A estratégia surtiu efeito e músicas como "Acorda amor" e "Milagre brasileiro" sem problemas. Mas em 1975, uma reportagem publicada pelo jornal do Brasil desmascarou o verdadeiro Julinho de Almeida. Foi o fim de Julinho.















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